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  • Clique na imagem para ampliar Dia das Mães

    Passe o tempo que passar, tenha o filho pequeno ou já bem crescidinho, elas sempre são o porto seguro. Afinal de contas mãe é sempre mãe.

    Mãe lê pensamentos, tem premonição, sonhos estranhos. Conhece cara de choro, de gripe, de medo, entra sem bater, liga de madrugada, pede favor chato, palpita e implica com amigos, namorados, escolhas.

    Mãe dá a roupa do corpo, tempo, dinheiro, conselho, cuidado, proteção. Mãe dá um jeito, dá nó, dá bronca, dá força. Mãe cura cólica, porre, tristeza, pânico noturno, medos. Espanta monstros, pesadelos, mosquitos, perigos. Mãe tem intuição e é messiânica: mãe salva. Mãe guarda tesouros, conta histórias e tem lembranças. Mãe é arquivo! Mãe exagera, exaure, extrapola. Mãe transborda, inunda, transcende de amor pelo filho!

    É por essas e outras que amamos tanto as nossas mães!

     


A história da Granfino pode ser contada a partir de um pequeno armazém de secos e molhados, administrado de forma familiar pelos irmãos Alvarino, Waldir e Abel Coutinho. Embalados pela venda de fubá...