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    Sete fatos interessantes sobre o choro

    • Por Comunicação Granfino
    • Categoria Curiosidades
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    Será que animais são capazes de chorar como nós? O que as lágrimas têm a ver com a evolução? Mulheres de fato choram mais?

    As lágrimas não são privilégios de humanos. Muitos animais deixam gotas caírem de seus olhos. Mas por motivos emocionais, especialistas dizem que sim, somente homens são capaz de reagirem desta forma. Se são de tristeza ou alegria, os momentos que provocam lágrimas podem explicar bastante sobre nós mesmos.

    - Chorar, assim como outras emoções intensas, podem ajudar a elucidar o que é importante e no que precisamos focar - afirmou ao “Huffington Post” Lauren Bylsma, autora de estudos sobre o tema pela Universidade de Pittsburgh, nos EUA.

    E mesmo que seja uma experiência universal, sabemos muito pouco sobre as lágrimas. Veja a seguir sete fatos interessantes sobre elas.

    1 Existe mais de um tipo de lágrima

    Lágrimas basais são aquelas que umidificam os olhos de pessoas saudáveis. Estão sempre lá e ainda lubrificam, nutrem e protegem os olhos. Já as lágrimas reflexivas são aquelas que ocorrem quando algum pequeno objeto irrita o olho. Também vêm se há luz forte demais, substâncias tóxicas ou até fumaça e cebola. Ajudam a limpar o olho de tais influências prejudiciais. O terceiro tipo é a aquela que surge depois de uma briga ou de um filme: as emocionais. Um estudo de 1980 descobriu que elas contém mais proteínas do que as demais, mas a ciência ainda está longe de ter conclusões definitivas sobre elas.

    2 Pesquisadores não sabem bem por que choramos

    Evolutivamente falando, alguns cientistas sugerem que humanos choravam para pedir socorro sem fazer barulho. Era uma forma de alertar os companheiros, mas não os predadores. Ao longo do tempo, os propósitos se multiplicaram. Pode ser uma forma de sinalizar um problema e ganhar conforto. Crianças choram para ganhar a atenção dos pais, por exemplo. E também pode encurtar discussões.

    - Chorar parece suscitar compaixão e culpa; e pode ser um mecanismo para salvar relacionamentos em perigo - comentou Jesse Bering, da Universidade de Belfast, no Reino Unido, ao “Huffington Post”. - É difícil punir alguém ou argumentar com alguém que está chorando. É como um gatilho que nos diz para recuar. 

    3 A química do choro

    A composição bioquímica das lágrimas é similar à da saliva. Entre outras coisas, ela é composta de proteínas, sal e hormônios. Elas vêm de glândulas lacrimais, encontradas no canto superior do olho. Quando produzidas em excesso, são drenadas por pequenos dutos para o nariz. E se choramos demais, o resultado é... ter que buscar um lenço por perto.

     4 Homens realmente choram menos

    Não é mito. Um estudo da Universidade de Minnesota mostra que mulheres choram, em média, 5,3 vezes por mês, enquanto que homens, 1,4. Segundo outra pesquisa alemã (da Sociedade Alemã de Oftalmologia), publicada no “Telegraph”, a média de uma sessão de choro dura seis minutos para uma mulher, e de dois a quatro minutos para homens. Esta mesma pesquisa constatou que o choro leva ao soluço em 65% dos casos para mulheres, e apenas 6% para homens.

    5 ‘Lágrimas de crocodilo’ não são falsas

    Para um choro fingido, é comum ouvirmos a expressão que o tal chora com “lágrimas de crocodilo”. A verdade é que, de fato, esses répteis choram. Não porque estão tristes, apontou um estudo da Universidade da Flórida. Eles choravam enquanto comiam, mas o motivo não está claro, afirma o estudo.

    6 Existe o ‘choro bom’

    Uma pesquisa da Universidade de Tilburg, na Holanda, focou na qualidade catártica do choro e mostrou que a maioria dos participantes se sentia melhor depois de chorar. Mas havias diferenças: aqueles que choravam em ambientes reconfortantes se sentiam melhor do que aqueles que não recebiam nenhum tipo de apoio.

    7 Personalidade e choro

    Pessoas ansiosas, que sofreram traumas, extrovertidas e empáticas são mais propensas a chorar, apontou o “WebMD”. Humor e níveis de estresse, flutuações hormonais, cansaço e saúde mental também influenciam.

    Fonte: Site O Globo saúde

     

     



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